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18 ABRIL 2013 - 14:30 - Migração
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Dead Fish volta a Vitória neste sábado para o Festival Bandas de Garage

A galera do Dead Fish faz sua primeira apresentação do ano no estado, no Ilha Shows. Confira a entrevista com o vocalista, Rodrigo.   Imagem divulgação

Por: Danielle de Oliveira

dead fish

Imagem divulgação

Um bom filho a casa torna. A banda Dead Fish, formada em Vitória no início dos anos 90, volta a capital no fim de semana e promete mais um show memorável. A apresentação faz parte do Festival Bandas de Garage, que acontecerá no Ilha Shows neste sábado e traz ainda Vespídea e PolyPhone, que grava seu DVD no evento.

A banda faz sua primeira apresentação no estado esse ano – a última vinda foi em novembro passado com a turnê de lançamento de seu DVD de 20 anos, gravado no Circo Voador – e certamente será recebida pelos fãs com o famoso bordão: “- Ei, Dead Fish, vai tomar no c*” (Desculpa aí, galera, aqui no Blog não rola palavrão!)

Enquanto o sábado não chega, guarde a voz para os berros, a agitação para a rodinha de hardcore, a adrenalina para o mosh e confira o bate papo do Sou ES com o Rodrigo, vocalista da banda:

Sou ES: A banda já tocou em vários países, além de estar sempre em turnê por todo o Brasil. Como é voltar a Vitória? A energia aqui é diferente?

Rodrigo: Vitória é nossa casa, onde tudo começou. Vimos as primeiras, e várias, gerações de pessoas passarem pela frente do palco. Temos amigos de mais de vinte anos que sempre que podem aparecem. O show tem um clima meio de festa de família. Fora a molecada nova que sempre aparece. É algo bem diferente do resto do Brasil.


Sou ES: Depois de 20 anos de carreira e muitos públicos diferentes, ainda é possível identificar nos shows, entre a multidão enlouquecida, aqueles fãs que seguem a banda desde o começo?

Rodrigo: Existem sim, eles hoje ficam mais nos cantos do salão ou mais para trás do público mais frenético. Eu sempre me lembro do rosto das pessoas que estão ali há muitos anos, boa parte deles sempre vem conversar um pouco, alguns a gente virou amigo de verdade.


Sou ES: "Contra Todos" foi o último álbum de estúdio lançado, em 2009. Estão trabalhando em algum disco novo? Há previsão de lançamento?

Rodrigo: Eu gostaria que tivéssemos uma previsão de lançar um álbum novo, eu particularmente estou bastante ansioso pra que isso aconteça, mas tem sido muito complicado, tudo parece conspirar para que fiquemos mais um ano sem concluir um novo trabalho. É realmente frustrante... mas é a realidade da banda hoje. Acho que estamos ficando velhos e seletivos demais.


Sou ES: Qual a música mais pedida nos shows, aquela que não pode faltar? Há alguma preferida da banda, ou que emociona mais quando tocam?

Rodrigo: Noite e Você, e às vezes fazemos questão que falte (hahahahahahaha). A gente não costuma se apoiar em hits, cansa tocar sempre no show uma música, às vezes é legal não ser tão previsível.


Sou ES: As letras do Dead Fish tratam sempre de críticas sociais e questionamentos. Vocês ainda acreditam em tudo - ou na maioria - do que dizem nas músicas que cantam?
Rodrigo Haru, estagiário

Rodrigo: Se não em tudo, em boa parte. Eu sou o responsável pelas letras e vejo que muitas dos anos 90 já fazem menos sentido hoje, mas isso não quer dizer que não façam parte da história da banda. Por isso nunca tiramos um som velho, porque já não faz mais tanto sentido. O set tem que ser uma passagem por toda a história.


Sou ES: O Hardcore é um gênero que consagrou pouquíssimas bandas aqui no Brasil. O que vocês acham que contribuiu para que o Dead Fish fizesse parte desse grupo?
Rodrigo Haru, estagiário

Rodrigo: Sinceramente não sei. O que é ser consagrado? É muito subjetivo tudo isso. O que tivemos foi perseverança e vagabundagem o bastante pra acreditar no que fazíamos e cairmos na estrada.

 

Confira todas as informações do evento!

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