Login

Fechar

Esqueceu a senha?

Fechar

Artes

Mostra CineSesc: Brasil Marginal

Mostra CineSesc: Brasil Marginal

  • Compartilhe

Durante o mês de outubro, o Centro Cultural Sesc Glória, em Vitória, promoverá as sessões cinematográficas da Mostra CineSesc: Brasil Marginal

Esta mostra apresenta uma seleção de filmes que se destacaram no contexto da produção cinematográfica brasileira, o chamado Cinema Marginal ou Udigrudi - um neologismo brasileiro para o termo "underground" que definiu o cinema experimental americano. São filmes emblemáticos que abordam aspectos paradigmáticos da realidade brasileira contemporânea, mesclando em suas narrativas temas da cultura popular e da urbanidade.

Veja a programação:

Meteorango Kid – O Herói Intergalático, de André Luiz de Oliveira
Brasil, 1969, 95’, p&b. Clas: 16 anos.

 

Afastando-se do Cinema Novo, o filme é um dos mais emblemáticos representantes do Cinema Marginal, feito no Brasil a partir de 1969. Na esteira da Tropicália e de O Bandido da Luz Vermelha [Rogério Sganzerla (1946-2004)] (1968), do qual toma emprestada a “filosofia” da esculhambação, o filme se confunde à definição mesma de Cinema Marginal: agressivo, irreverente, anárquico, polêmico, descrente das causas políticas – uma explosão de imagens e sons nem sempre sincrônicos.

 

Em cartaz no dia: 27/10, às 18h20. Entrada Franca

 

Tudo é Brasil, de Rogério Sganzerla. Brasil, 1998, 82’, cor. Clas: Livre.

 

Documentário experimental sobre o período em que o cineasta Orson Welles (1915-1985) esteve no Brasil, em 1942, para a realização de It’s All True, projeto boicotado pelos estúdios de Hollywood. O filme mostra imagens de Welles no Rio de Janeiro, em Salvador e Fortaleza, sobrepostas por gravações em áudio de alguns depoimentos radiofônicos do diretor norteamericano e de composições interpretadas por artistas como Carmem Miranda e Herivelto Martins. Sganzerla segue sua trajetória de cineasta ensaísta iniciada no período do cinema marginal

 

Em cartaz: 22/10, às 18h20. Entrada Franca.

 

A Super-Fêmea, de Anibal Massaini
Brasil, 100 min, 1973

Um clássico da comédia da chamada pornô-chanchada, que parodiava temas e estilos da cultura popular e do cinema americano. Neste filme Vera Fischer protagoniza a Super-Fêmea, uma garota-propaganda que irá vender a pílula do homem.

 

Em cartaz: 23/10, às 18h20. Entrada franca.

Bang Bang, de Andrea Tonacci Clas: 14 anos
Brasil, 1971, 80’, p&b.

 

Com sua postura francamente experimental, discute fetiches da vida contemporânea – o automóvel, a verticalização da cidade, a competência dos heróis. Neste caso, um anti-herói, que mais parece uma miscelânea de velhos tipos da indústria cinematográfica, dando tiros a esmo, num exercício de vaidade, mau gosto e diálogos sem sentido acerca de uma maleta cujo conteúdo é desconhecido e, em verdade, sem importância.

 

Em cartaz: 29/10, às 18h20. Entrada Franca

 

Essa noite encarnarei no teu cadáver, de José Mojica Marins. Brasil, 1967, 107’, p&b (com algumas cenas em cores). Clas: 16 anos.

 

Após sobreviver a um ataque sobrenatural, Zé do Caixão continua na busca obsessiva pela mulher ideal, capaz de gerar o filho perfeito. Com a ajuda do fiel criado Bruno, ele rapta seis belas moças, submetendo-as às mais terríveis torturas. Só a mais corajosa sobreviverá ao teste e poderá ser a mãe de seu filho. Mas Zé comete um crime imperdoável ao assassinar uma moça grávida. Atormentado pela culpa de ter matado uma mulher inocente, ele sofre um pesadelo no qual é levado para um inferno gelado, onde reencontra suas vítimas.

 

Em cartaz: 20/10, às 18h20. Entrada franca.

 

A Margem, de Ozualdo Candeias
Brasil, 1967, 96’, p&b. Clas: 12 anos.

Na favela às margens do rio Tietê, duas trágicas histórias de amor. Dois casais que a sociedade ignora e que, em meio à miséria e a luta pela sobrevivência, tentam encontrar-se através do sentimento. Os personagens evoluem entre a vida da favela, com seus pequenos golpes pela sobrevivência, e a existência no submundo paulista, que deteriora qualquer tentativa de ligação amorosa. Sem esperanças, os personagens sintetizam a visão trágica de sua realidade social (fonte: Banco de Dados Cinemateca Brasileira).

 

Em cartaz: 19/10, às 18h20. Entrada franca

O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla
Brasil, 1968, 92’, P&B. Clas: 16 anos

Inspirado em um caso verídico que se tornou fenômeno de imprensa. Trata dos vários assaltos cometidos por João Acácio Pereira da Costa, conhecido como Bandido da Luz Vermelha, cuja prisão é feita em agosto de 1967. Na multiplicidade de linguagens, gêneros e citações, o filme compõe a colagem que define sua inserção no momento tropicalista de 1968, combinando referências literárias, como Oswald de Andrade e Nelson Rodrigues, com o imaginário da crônica policial do rádio e variados lances da comédia musical.

 

Em cartaz: 26/10, às 18h20. Entrada franca.

A meia noite levarei sua alma, de José Mojica Marins
Brasil, 1964, 81’, p&B. Clas: 16 anos

O cruel e sádico coveiro Zé do Caixão —temido e odiado pelos moradores de uma cidadezinha do interior— é obcecado em gerar o filho perfeito, que possa dar-lhe a continuidade de seu sangue. Sua esposa não pode engravidar e ele acredita que a namorada de seu amigo seja a mulher ideal. Após ser violentada por Zé, a moça jura cometer suicídio para retornar dos mortos e levar a alma daquele que a desgraçou.

 

Em cartaz: 24/10, às 18h20. Entrada franca.

 

Cidade
Vitória

Local
Centro Cultural Sesc Glória

Endereço
Avenida Jerônimo Monteiro, Centro, Vitória
Telefone
Não informado
Data
19/10/2019 até 29/10
Horário
00h00
Preço
Entrada franca
Vendas
-


Cheque as informações antes de sair.
Os horários, preços e formas de pagamento podem ser alterados sem aviso prévio.Reportar Erro

Comentários

Nenhum comentário ainda.

Comentar

* = Preenchimento obrigatório